
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Vamos à LUTA

terça-feira, 2 de setembro de 2008
Enfermeiros nas Farmácias
O seguinte texto foi retirado da página do Sindicato dos Enfermeiros, e do blog Doutor Enfermeiro, não sendo da minha responsabilidade:Serviços farmacêuticos
As farmácias podem prestar os seguintes serviços farmacêuticos de promoção da saúde e do bem-estar dos utentes:
a)Apoio domiciliário;
b)Administração de primeiros socorros;
c(Administração de medicamentos;
d)Utilização de meios auxiliares de diagnóstico e terapêutica;
e)Administração de vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação;
f)Programas de cuidados farmacêuticos;
g)Campanhas de informação;
h)Colaboração em programas de educação para a saúde.
Artigo 3.º
1 — Os serviços referidos no artigo anterior (os tais) têm de ser prestados nas condições legais e regularmente e por profissionais legalmente habilitados.
2 — Para a prestação dos serviços previstos nas alíneas b), c), d) e e) do artigo anterior, as farmácias devem dispor de instalações adequadas e autonomizadas.
Basta saber ler: "Os serviços referidos no artigo anterior têm de ser prestados nas condições legais e por profissionais legalmente habilitados".
Mas também é preciso ter alguma sorte.
No DN de 29-08-2008 e sob o título: "Ordem quer Enfermeiros nas farmácias" pode ler-se:
"Consenso.
Bastonária defende a criação de orientações conjuntas.
-(Por que não recorrer à estratégia de cada macaco no seu galho?)
A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, MAS, vai propor à Ordem dos Farmacêuticos que as farmácias [contratem enfermeiros para administrar as vacinas nas farmácias]. A bastonária tem conhecimento que a ANF e a OF vão dar cursos aos farmacêuticos, mas considera que [estas competências não se adquirem em horas e sem treino suficiente], garante"....
- Sobretudo são ilegais, senhora Bastonária!!!
Mais adiante: "Vamos retomar o contacto, já na próxima semana de forma a encontrarmos uma posição conjunta". Para a bastonária "esta é uma tarefa que, do ponto de vista histórico, sempre foi incumbência dos enfermeiros".
Não gostamos deste tom e desta proposta, que dá a impressão que a Ordem dos Farmacêuticos ainda tem alternativa, para cumprir a portaria que autoriza as farmácias a fazer a vacinação fora do plano nacional das vacinas (PNV). Basta à Ordem dos Enfermeiros a exigência de cumprir e fazer cumprir a lei, que não dá lugar a "consensos", mas sim; a "sensos", pois é do "senso comum", ou "bom senso" que os injectáveis e a sua responsabilização legal de ministração são da esfera dos Enfermeiros a qual a respectiva Ordem tem obrigação estatuária de impor como fazem as outras Ordens, "caramba"!
Fica-se com a impressão de que a OE não conhece o desenfreado e descarado "curandeirismo" que as farmácias praticam, obviamente perpetrado por incompetentes, inabilitados, ilegais.
Também parece desconhecer quem são os enfermeiros, ávidos de qualquer coisa, que já estão a ministrar cursinhos a ajudantes de farmácia. Nós, que não temos as obrigações da OE, nesta área, sabemos circunstanciadamente os autores destas execráveis práticas.
Até sabemos que, há bem bom pouco tempo, ainda a OE, com aquela "clarividência crepuscular" a que os seus directores nos habituaram, ameaçava que: exercer a profissão nas farmácias era incompatível para a Enfermagem da OE, o que nos leva a outra suposição, ainda mais demolidora da profissão: estar a pedir, de chapéu na mão, à boa maneira servil, se não haverá um buraquinho, na farmácia para colocar alguns dos muitos milhares de Enfermeiros que a OE, com a sua leitura "rational", da coisa, ajudou a incrementar, fazendo crescer a onda dos desempregados.
Temos de impor; não mendigar, através de hipotéticos consensos, o que temos o dever "deontológico" de impor.
Não gostaríamos de ter de moderar este servilismo endémico da OE a que os licenciados de enfermagem têm de estar sujeitos: é só azares!
sábado, 23 de agosto de 2008
Projecto em vista
Sou actual Vice-Presidente da Associação de Estudantes, e sendo eu aluno de enfermagem decidi criar no inicio deste ano lectivo um site com indicação de eventos de enfermagem próximos, tendo claro uma hiperligação para este blog também. Assim com esse site todos os alunos podem recorrer a material de estudo que vou por a disposição no site, assim como as últimas notícias de Enfermagem. Este site vai ser criado para o núcleo de Enfermagem e gerido por estes.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O Mundo Académico da Enfermagem ( Um dos artigos mais discutidos do momento do Doutor Enfermeiro)
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Salários dos Enfermeiros
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O Apoio da Ordem Existe. "Nao aos Paramédicos"

terça-feira, 1 de abril de 2008
Não, não é MENTIRA
Um colega anónimo deixou o seguinte comentário. Simples, mas complexo. Objectivo, mas tão difícil de compreender por alguns. Directo, mas com uma mensagem que tarda em ser recepcionada. Leitura obrigatória:quarta-feira, 26 de março de 2008
INACREDITÁVEL
in Doutor Enfermeiro
quinta-feira, 20 de março de 2008
Importante REUNIÃO

O acordo está à vista: os incentivos já não dependerão da performance institucional e clínica! Os restantes pormenores deverão ser conhecidos em breve.
> A necessidade de reorganizar a oferta formativa em Enfermagem.
in Doutor Enfermeiro
quarta-feira, 19 de março de 2008
Escolas de Enfermagem, Alunos e QUALIDADE!!!
Falamos de um futuro em que a Formação terá que dar um salto Qualitativo em vez de
Este esforço conjunto (Escola,Profissional, Aluno) ao nível do formação em estágios clínicos, fará com que a nota quantitativa vista hoje como uma meta seja substituída pela meta Qualitativa.
Deste modo o futuro de Enfermagem passará pela regulação da lei do mercado que arrastará consigo um aprimorar Formativo das Escolas! Ou seja os melhores (distingo aq
ui melhor de nota) e mais bem formados Alunos, terão emprego, cabendo aos restantes as consequências da lei do mercado desemprego. 1. Aplicar o modelo de Desenvolvimento Profissional! Só assim a Ordem poderá regular de forma Organizada e com base nas necessidades da população o acesso à profissão.
in Cogitare em Enfermagem
terça-feira, 18 de março de 2008
Metade dos enfermeiros sem lugar meio ano após o curso

Metade dos enfermeiros não conseguiu emprego na sua área de formação seis meses depois de ter terminado o seu curso, revela um inquérito feito pela Federação Nacional de Associações de Estudantes de Enfermagem (FNAEE) junto das cerca das 40 escolas de Enfermagem do país no final do ano passado.Por ano saem das escolas de Enfermagem cerca de três mil licenciados. Porque não encontram emprego na sua área de formação, hoje é possível ver enfermeiros a trabalhar em lavandarias, caixas de supermercado, até como ajudantes de Pai Natal na última época festiva. E há quem tente não perder a prática frequentando intermináveis estágios profissionais não remunerados, afirma o presidente da FNAEE, Gonçalo Cruz.
Das respostas que obtiveram das escolas (19 responderam) é possível concluir que, a nível nacional, depois de três meses do final do curso, só 24 por cento tinham conseguido lugar. Após seis meses, eram 55 por cento. "O cenário geral até é positivo face aos casos particulares", continua o presidente da FNAEE. O mesmo é dizer que as médias de empregabilidade escondem situações piores, sobretudo no Norte do país, e também melhores, verificadas, por exemplo, em Lisboa, continua.
Mapa das escolas
A situação desigual encontra explicação no mapa da distribuição das escolas. Existem cinco para toda a Zona Sul, 12 na área de Lisboa e Vale do Tejo e 15 na Zona Norte. Não é por acaso que é no Norte que a situação de falta de emprego dos enfermeiros mais se agravou, defende.
No inquérito concluíram que, por exemplo, na Escola Supeiror de Enfermagem de Calouste Gulbenkian - Braga, dos 80 licenciados que saem por ano só cinco por cento conseguem emprego ao fim de três meses, número que sobe para 13 por cento ao fim de seis meses. Na Escola Superior de Saúde da Guarda, dos 40 licenciados, apenas quatro por cento estavam empregados três meses após o final do curso, número que era de 20 por cento passado meio ano. Na Escola Superior de Enfermagem de Viana do Castelo, aos três e seis meses a percentagem de desempregados mantinha-se inalterável: rondava 16,6 por cento dos recém-licenciados. Nas escolas da capital, o cenário, apesar de tudo, é mais risonho: 35 por cento conseguiram emprego ao fim de três meses e 80 por cento ao fim de um semestre a seguir ao curso.
O crescendo de escolas e vagas não parou desde o momento em que foi criada a licenciatura em Enfermagem, em 1999, diz Gonçalo Cruz. Metade são privadas e as propinas mensais podem oscilar entre os 350 e os 500 euros.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) estima que haja no desemprego 2500 enfermeiros e há 15 mil em formação, o que significa que "o problema vai agudizar-se", defende a dirigente sindical, Guadalupe Simões. "No mínimo, era preciso colocar um travão e diminuir o número de vagas". Defende ainda que a decisão de aumentar o número de enfermeiros, embora seja função do Ministério da Ciência e Ensino Superior, também convém ao Ministério da Saúde porque assim "desvaloriza o trabalho de enfermagem".
Desde a segunda metade de 2007 que um novo fenómeno é sintoma da situação da classe. A falta de emprego leva a que muitos profissionais tentem fazer voluntariado ou estágios não-remunerados, diz. "Alguns hospitais estão ilegalmente a recebê-los", sublinha Guadalupe Simões, explicando que os enfermeiros têm estágios integrados no seu curso, não precisam de mais, e assim os hospitais evitam admitir profissionais pagos. Ao mesmo tempo, com a quantidade tão grande de alunos nas escolas, começa a ser muito difícil arranjar-lhes "estágios com qualidade" integrados no curso.
O pior é que dados do Ministério da Saúde, de 2004, davam conta da falta de 21 mil enfermeiros nos hospitais e 12 mil nos centros de saúde, lembra a dirigente. Entre 2003 e 2007 em todos os hospitais foram admitidos apenas 1100 profissionais.
In Jornal Público 14 de janeiro de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Nova Proposta?
quinta-feira, 13 de março de 2008
O balde estará ROTO?
As diversas entidades envolvidas na defesa e regulação da profissão de Enfermagem apelam constantemente à disponibilização e desbloqueio de novas vagas de acesso, para Enfermeiros, ao SNS. Simultaneamente, enquanto uma mão persegue este objectivo, a outra, por desleixo, perde o que a primeira tenta alcançar.Sendo assim, será que o "balde" está irremediavelmente roto? Que estratégias desenvolver?
5 — As unidades de cuidados diferenciados são unidades de hemodiálise em que os actos e as técnicas dialíticas são executados por enfermeiros.
6 — As unidades de hemodiálise de cuidados aligeirados são unidades de hemodiálise em que os actos e as técnicas dialíticas são executados pelos próprios doentes sob supervisão de enfermeiros e destinam-se exclusivamente a doentes com aptidão para efectuar hemodiálise com, pelo menos, três meses de ensino, treino e provas de aptidão favoráveis."
in Doutor Enfermeiro
segunda-feira, 10 de março de 2008
Última reunião....
Quando para a Ordem dos Enfermeiros (OE) é tudo tão complicado, para a Ordem dos Médicos (OM) a simplicidade é o lema diário (ver notícia do Jornal Expresso abaixo). Quando para a OE é tudo moroso, para a OM a rapidez é banal.
Enquanto uns não "brincam em serviço", a OE continua na sua jornada, lenta e contaminada pela inércia, a caminho de não sei muito bem o quê... entretanto, vamos assistindo à formação de Enfermeiros em creches, lares, escolas, infantários, casas de repouso e sabe-se lá mais o quê...
sexta-feira, 7 de março de 2008
Enfermeiros no LIMITE!

quinta-feira, 6 de março de 2008
Desemprego em Enfermagem

Por ano saem das escolas de Enfermagem cerca de três mil licenciados. Porque não encontram emprego na sua área de formação, hoje é possível ver enfermeiros a trabalhar em lavandarias, caixas de supermercado, até como ajudantes de Pai Natal na última época festiva. E há quem tente não perder a prática frequentando intermináveis estágios profissionais não remunerados, afirma o presidente da FNAEE, Gonçalo Cruz.
Das respostas que obtiveram das escolas (19 responderam) é possível concluir que, a nível nacional, depois de três meses do final do curso, só 24 por cento tinham conseguido lugar. Após seis meses, eram 55 por cento. "O cenário geral até é positivo face aos casos particulares", continua o presidente da FNAEE. O mesmo é dizer que as médias de empregabilidade escondem situações piores, sobretudo no Norte do país, e também melhores, verificadas, por exemplo, em Lisboa, continua.
Mapa das escolas
A situação desigual encontra explicação no mapa da distribuição das escolas. Existem cinco para toda a Zona Sul, 12 na área de Lisboa e Vale do Tejo e 15 na Zona Norte. Não é por acaso que é no Norte que a situação de falta de emprego dos enfermeiros mais se agravou, defende.
No inquérito concluíram que, por exemplo, na Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian - Braga, dos 80 licenciados que saem por ano só cinco por cento conseguem emprego ao fim de três meses, número que sobe para 13 por cento ao fim de seis meses. Na Escola Superior de Saúde da Guarda, dos 40 licenciados, apenas quatro por cento estavam empregados três meses após o final do curso, número que era de 20 por cento passado meio ano. Na Escola Superior de Enfermagem de Viana do Castelo, aos três e seis meses a percentagem de desempregados mantinha-se inalterável: rondava 16,6 por cento dos recém-licenciados. Nas escolas da capital, o cenário, apesar de tudo, é mais risonho: 35 por cento conseguiram emprego ao fim de três meses e 80 por cento ao fim de um semestre a seguir ao curso.
O crescendo de escolas e vagas não parou desde o momento em que foi criada a licenciatura em Enfermagem, em 1999, diz Gonçalo Cruz. Metade são privadas e as propinas mensais podem oscilar entre os 350 e os 500 euros.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) estima que haja no desemprego 2500 enfermeiros e há 15 mil em formação, o que significa que "o problema vai agudizar-se", defende a dirigente sindical, Guadalupe Simões. "No mínimo, era preciso colocar um travão e diminuir o número de vagas". Defende ainda que a decisão de aumentar o número de enfermeiros, embora seja função do Ministério da Ciência e Ensino Superior, também convém ao Ministério da Saúde porque assim "desvaloriza o trabalho de enfermagem".
Desde a segunda metade de 2007 que um novo fenómeno é sintoma da situação da classe. A falta de emprego leva a que muitos profissionais tentem fazer voluntariado ou estágios não-remunerados, diz. "Alguns hospitais estão ilegalmente a recebê-los", sublinha Guadalupe Simões, explicando que os enfermeiros têm estágios integrados no seu curso, não precisam de mais, e assim os hospitais evitam admitir profissionais pagos. Ao mesmo tempo, com a quantidade tão grande de alunos nas escolas, começa a ser muito difícil arranjar-lhes "estágios com qualidade" integrados no curso.
O pior é que dados do Ministério da Saúde, de 2004, davam conta da falta de 21 mil enfermeiros nos hospitais e 12 mil nos centros de saúde, lembra a dirigente. Entre 2003 e 2007 em todos os hospitais foram admitidos apenas 1100 profissionais.
MOBILIZAÇÃO PRECISA-SE

"Ó São Precário, protegei-nos a nós, precários da Terra, fazei com que nos paguem subsídio de maternidade, protegei as funcionárias dos centros comerciais, os anjos dos call center, concedei aos falsos trabalhadores independentes subsídio de férias e reforma, rendimentos para todos e serviços gratuitos, livrai-os dos despedimentos malignos.(...)"
Assim começa uma reportagem na revista VISÂO desta semana intitulada "Geração em saldo". Nesta reportagem é descrito que a Licenciatura em Enfermagem é o 4º no ranking nacional de Licenciados desempregados! (não na versão online mas na revista). Não é novidade, bem sei, mas é sempre bom não esquecer. Eu não esqueço, outros não esquecerão, mas alguns fazem ouvidos moucos ou fingem não querer reconhecer...
Mudando de assunto, quero lembrar que neste preciso momento em que escrevo estas palavras, está a decorrer uma das maiores manifestações de Profes dos últimos tempos. Em Braga estão concentrados mais de um milhar de profes com velas na mão e vestes negras de luto. O site da FENPROF anuncia uma concentração ultramegagrande(!!) para o próximo dia 08 de Março em Lisboa. Meus amigos, esta federação de sindicatos de Profes faz parte da CGTP, tal como o SEP! Terão eles maior poder de mobilização? Terão os profes mais razões que nós para estarem descontentes? NÃO ME PARECE! Então será que somos nós burros e gostamos de ser espezinhados? PARECE QUE SIM!
Senhores do SEP e do SE tirem ideias capazes de mobilizar os Enfermeiros a nível nacional, não em pequenos nichos dispersos. Façam um estágio (não remunerado, claro!) na FENPROF e DESPERTEM DE UMA VEZ ! Esta imoperância vai ter um custo elevado para todos os Enfermeiros Portugueses. Melhor, já estamos a pagar!
segunda-feira, 3 de março de 2008
Morte à VISTA!
Apesar da notória evolução académica da nossa profissão, não existem mudanças na prática. Pelo Contrário. Cada vez somos mais submissos e dependentes dos médicos. Vejam a publicação do Decreto-Lei dos ACES!Nem um mísero paracetamol podemos administrar sem indicação médica! Cá fora, é um medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM), qualquer um pode comprar e gerir as sua administração! Inclusive os Enfermeiros! Cá fora. Lá dentro, já não somos os mesmos!
De uma penada só, desceram os salários, passaram a poder usar e abusar dos Enfermeiros e deitá-los "ao lixo", quando não precisam deles. Puramente descartáveis.
domingo, 2 de março de 2008
A actual situação de Enfermagem...

Deixo-vos este Link para lerem a reportagem na sua totalidade, os comentários deixo para vocês (para mudar de página, p.f. "clicar" nos números de paginação visualizáveis no canto superior esquerdo da mesma). in "Doutor Enfermeiro"
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Dia de mudança!
Começo por me apresentar, meu nome é Marco Veríssimo, tenho 20 anos e frequento o 3ºano da licenciatura de Enfermagem. É com receio e preocupação que vejo o futuro da profissão "Enfermagem". Além de não termos grande reconhecimento social (somos vistos como "aqueles" que dão picas, o copinho de medicação e muitas das vezes os "limpa rabos"), parece que nimguém ou muito pouca gente está realmente interessado em mudar esta imagem de uma vez por todas. É necessário mostrar para além dos dados estatísticos que somos extremamente necessários e imprescindíveis. Temos de lutar pelos nossos direitos e não desistir. Já ouviram falar de auto-valorização? Preseverança? Espírito de luta? É essa a imagem que queremos passar, é essa a imagem que queremos que a nossa Ordem passe ao Governo actual e que se inicie uma nova era. Só queremos que sejam tomadas boas medidas para o futuro da Enfermagem. Por tudo quanto é lado não faltam opiniões e soluções para esta problema, muitas podem nem ser viáveis, mas é preciso ouvi-las, é preciso encontrar uma solução. 


